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sexta-feira, 4 de março de 2011


Título Original: Bebel, Garota Propaganda – 105min – 1967 – Brasil

Gênero: Comédia

Direção: Maurice Capovilla

Roteiro: Maurice Capovilla, Mario Chamie, Afonso Carlos Coaracy e Roberto Santos

Produção: José A. Reis

Música: Carlos Imperial

Fotografia: Waldemar Lima

Edição: Sylvio Renoldi

Sinopse

Bebel (Rossana Ghessa) nasceu em um bairro popular de São Paulo e vem de uma família pobre. Devido à sua beleza é contratada por um astuto promotor de vendas, Marcos (John Herbert), para ser o símbolo de um novo sabonete a ser lançado. A imagem de Bebel chega ao topo do país através dos jornais, revistas, televisão e cartazes, e, com isso, ela encontra o sucesso e o dinheiro. Um dia, porém, a campanha acaba e Bebel tem de retornar ao ponto de partida.

Elenco

· Paulo José

  • Rossana Ghessa (Bebel)

· John Herbert

  • Geraldo Del Rey (Marcelo)
  • Maurício do Vale (Renatão)
  • Washington Fernandes (Walter)
  • Fernando Peixoto
  • Joana Fomm
  • Norah Fontes
  • Apolo Silveira
  • Adonis de Oliveira
  • Fernando Barros
  • Maria Luiza Fragata
  • Álvaro Bittencourt
  • Marta Greis
  • Norah Fontes
  • Carlos Imperial
  • Raquel Klabin
  • Diogo Pacheco
  • Maurício Nabuco
  • Mino Carta
  • The Bells
  • Bibi Voguel
  • Luiz Alberto Meireles
  • Dakalafe

quarta-feira, 2 de março de 2011

O mês de MARÇO traz uma data muito especial, onde comemoramos o DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

Com o CICLO Temático em HOMENAGEM AS MULHERES, estenderemos esta Homenagem durante o mês inteiro, em referência à todas as mulheres do nosso município.


Título original: A Dama do Cine Shanghai – 115min – 1987 - Brasil

Direção: Guilherme de Almeida Prado

Atores: Maitê Proença – Suzana, Antônio Fagundes – Lucas, José Mayer – Bolívar, Paulo Villaça – Desdino, José Lewgoy – Linus, Miguel Falabella – Lana, Jorge Dória – velho, Sérgio Mamberti – Stan, Matilde Mastrangi – secretária, Imara Reis - Carmem / Sabrina / Lila Van / Inês Helena, John Doo – Chuang.

Gênero: Suspense


Sinopse

A Dama do Cine Shanghai é um filme brasileiro de 1987, do gênero suspense, escrito e dirigido por Guilherme de Almeida Prado. Um dos grandes destaques do cinema brasileiro dos década de 1980, narra uma história noir, repleta de mistério, onde um corretor de imóveis entra em um cinema e conhece uma mulher muito parecida com a atriz principal do filme que está sendo exibido na tela.

Em uma noite úmida de verão, o corretor de imóveis Lucas (Antônio Fagundes) entra em um velho cinema de São Paulo. Dentro da sala ele conhece Suzana (Maitê Proença), uma mulher muito parecida com a que está no filme em exibição. Sedutora e misteriosa, ela é casada com Desdino (Paulo Villaça) e renega as tentativas de Lucas em conquistá-la. Quando é injustamente acusado de assassinato, Lucas passa a buscar o verdadeiro autor do crime. Só que quanto mais investiga mais as pistas apontam para Suzana e Desdino.

Prêmios e indicações

Festival de Gramado

  • Vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Montagem, Melhor Fotografia, Melhor Direção, Melhor Trilha Sonora e Melhor Cenografia.
  • Recebeu o Prêmio da Crítica.

Festival de Bogotá (Colômbia)

  • Vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia e Melhor Desenho de Produção.

Prêmio Moliére

  • Vencedor nas categorias de Melhor Filme e Melhor Atriz (Maitê Proença).

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Título: A Vida è Bela – 1997 – 116min (Itália)

Diretor: Roberto Benigni

Atores: Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giustino Durano, Sergio Bini Bustric.

Gênero: Comédia Dramática

Classificação: Livre

Sinopse

Na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, Guido, filho de judeus, é mandado para um campo de concentração, juntamente com seu filho, o pequeno Giosuè. Guido é um homem simples, inteligente e espirituoso, um pai amoroso, e graças a isso consegue fazer com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo, sem que o menino perceba o horror no qual estão inseridos.

A primeira parte do filme tem as características já peculiares aos filmes de Roberto Benigni, no estilo pastelão, repleto de trapalhadas. Esta parte é centrada na comicidade romântica, na luta de Guido para conquistar sua principessa Dora. Embora esta porção do filme não seja considerada de grande impacto, ela é crucial para desenvolver o vínculo entre Guido e Dora, que será fundamental para criar o impacto dramático no restante das cenas.

Aos cinqüenta minutos o filme tem a passagem da comédia para o drama. Agora o ano é 1945, a guerra está em sua fase final, Guido e Dora têm um filho de cinco anos. É quando pai e filho são levados para o campo de concentração e inicia-se todo o empenho de Guido em esconder de seu filho o horror e os perigos que os cercam. Dora ao perceber que Guido havia sido levado, pede para também ser levada para o campo de exterminio, embora não fosse judia, e teve seu pedido aceito, demonstrando a enorme prova de amor de uma mulher pelo seu marido e pelo seu filho.